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Esta nova coletânea de artigos, sob o título de Religiões Afro-brasileiras, traz como temática central as formas de religiosidade afro-brasileiras atuantes em nosso meio. Trata-se de uma das áreas mais carentes de informações, segundo investigações recentes. O Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade Federal de Alagoas (NEAB/UFAL), deste modo, e com a parceria do Laboratório da Cidade e do Contemporâneo do Instituto de Ciências Sociais (LACC/ICS/UFAL), busca colaborar com a produção científica de textos, para uso dos professores alagoanos no exercício do que rege a Lei nº 10.639/03, além de fustigar os pesquisadores locais à realização de estudos que atualizem Alagoas nessa área particular de conhecimentos sobre a experiência negro-brasileira. |
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| Primeira Parte - "Tramas sociais e religião" | ||
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Mapeando o Xangô - notas sobre mobilidade
espacial e dinâmica simbólica nos terreiros afro-brasileiros em Maceió Bruno César Cavalcanti e Janecléia Pereira A coleção Perseverança do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas e a
memória da devassa Formação do campo ideológico no processo de satanização do Xangô durante a
oligarquia dos Malta, Maceió/Alagoas, 1901-1912 As representações de tia Marcelina: uma luta entre classificações Dominação da subjetividade e repressão à religiosidade africana: uma práxis
transatlântica secular Projeto permanente junto aos terreiros de Candomblé e Umbanda na construção
de políticas públicas 2003-2006 |
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| Segunda Parte - "Trajetórias do sagrado" | ||
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O Filho de uma Rainha - reflexão sobre parentesco
ritual e seus paralelos com a vida terrena Rachel Rocha de Almeida Barros
Memória revelada de uma cidadã:
dona Laura, mãe Netinha A Jurema entre a Igreja, dona Irene e a Rainha do Mar Os Exus na Umbanda e na Igreja Universal do Reino de Deus |
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| *Kulé kulé, em ioruba, significa raiz. | ||